Para meus colegas “trogloditas da comunicação”, tentarei explicar um pouco da história do UFC e mostrar que ele é mais do que “uns socando os outros” como alguns acreditam que seja, pois quem afirma isso não pode ser considerado um jornalista e deveria ao mínimo respeitar esse torneio que é brasileiro.
Ultimate Fighting Chapionship, mas conhecido como UFC foi inventado pelo grande Roiron Gracie, especialista no jiu-jitsu brasileiro e pelo publicitário, Arthur Davie. Esse torneio foi surgiu com o intuito de promover a escola de artes marciais da família Gracie, onde na qual o próprio Roiron venceu os três dos quatros torneios, provando assim que a luta no solo era necessária.
No começo era bastante criticado, já que muitos acreditavam que o UFC era muito violento e sem regras, porém hoje muitos conhecem as regras e sabem que não pode atingir as partes genitais, dar cabeçadas, atingir a nuca do oponente entre outras coisas. É o maior torneio de artes marciais do mundo e desde quando surgiu, com os ringues em formas de octógono, fechado por uma grande. Nunca foi registrada alguma morte.
Decisão médica é fundamental e respeitada por todos que participam dessa modalidade, uma vez que o profissional da saúde pode interferir e terminar a luta, caso entenda que um dos lutadores não possua condições físicas para continuar. Essa decisão não é do lutador e sim do clínico de plantão.
Como você pode ver a uma grande diferença entre mostrarem em seus programas pessoas brigando na rua e tentar comparar com o UFC, já que é óbvia a diferença. Então companheiro não volte a cometer esse erro e lembre-se que mostrar pessoas se batendo, sem regras e sem respeito uma com as outras, além de ser muito feio é uma tremenda falta de ética que todos os verdadeiros Comunicadores Sociais deveriam saber.
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